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Artigo publicado: Sensor vestível para prevenção de úlceras de pressão

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Artigo publicado: Sensor vestível para prevenção de úlceras de pressão

A prevenção de úlceras de pressão é um dos grandes desafios da prestação de cuidados de saúde, sobretudo em ambientes de elevada complexidade, como as unidades de cuidados intensivos. Mesmo com protocolos bem estabelecidos, a rotina intensa da equipa e a dependência de registos manuais podem dificultar a vigilância contínua e o reposicionamento oportuno dos doentes.

Neste cenário, a incorporação de tecnologias capazes de apoiar a tomada de decisão clínica tem-se revelado um caminho promissor — e cada vez mais necessário. Esta evolução do cuidado foi recentemente publicada num importante espaço científico nacional.

A experiência apresentada no Congresso Brasileiro de Estomaterapia

O trabalho “Tecnologia que Preveni: experiência com sensor vestível na prevenção de lesão por pressão”, publicado nos anais do Congresso Brasileiro de Estomaterapia, descreve a aplicação prática de um sensor vestível associado a um software de monitorização contínua do decúbito de doentes em risco.

O estudo evidencia como o uso da tecnologia da Preveni possibilita a recolha e a análise de dados em tempo real, fornecendo informação objetiva sobre o tempo de permanência do doente em cada posição e apoiando a equipa de enfermagem na identificação do momento adequado para o reposicionamento.

Mais do que um recurso tecnológico, a solução apresentada no Congresso configura-se como uma ferramenta de apoio à prática clínica, alinhada com os princípios da segurança do doente e da prevenção de eventos adversos evitáveis.

Dados que reforçam a prática baseada na evidência

Um dos principais destaques do trabalho é o uso de dados como elemento central do cuidado. A análise contínua da informação gerada pelo sensor de monitorização de decúbito permite maior rastreabilidade das ações de cuidados, além de contribuir para a normalização dos protocolos de mudança de decúbito.

Este tipo de abordagem reforça a prática baseada na evidência, reduz a dependência exclusiva de registos manuais e oferece maior segurança tanto ao doente como ao profissional de saúde. Ao transformar dados em alertas e indicadores clínicos, a tecnologia passa a atuar como uma aliada ativa na prevenção das úlceras de pressão.

Tecnologia como extensão do cuidado humano

A apresentação no Congresso Brasileiro de Estomaterapia reforça um ponto fundamental defendido pela Preveni: a tecnologia não substitui o cuidado humano, mas amplia a sua capacidade de atuação. Ao apoiar a equipa de enfermagem com informação precisa e em tempo real, é possível otimizar o tempo de cuidados, reduzir falhas de processo e promover um cuidado mais seguro e eficiente.

Este reconhecimento num evento científico de relevância nacional evidencia a importância da integração entre inovação tecnológica, protocolos de cuidados e conhecimento científico na construção de uma assistência mais qualificada.

Avanços com impacto na segurança do doente

A citação da Preveni num congresso científico dedicado à estomaterapia representa um avanço significativo para a discussão sobre prevenção de úlceras de pressão no Brasil. Demonstra que as soluções tecnológicas, quando aplicadas de forma ética, baseada em dados e alinhada com as boas práticas clínicas, têm potencial real para transformar a rotina de cuidados e os desfechos clínicos.

A prevenção eficaz exige vigilância contínua, decisões oportunas e ações bem registadas. Neste contexto, a tecnologia consolida-se como uma aliada estratégica para reforçar a segurança do doente e apoiar o trabalho da equipa de saúde — hoje e no futuro.

Perguntas frequentes

O que descreve o trabalho publicado no Congresso Brasileiro de Estomaterapia?

Descreve a aplicação prática de um sensor vestível associado a um software de monitorização contínua do decúbito de doentes em risco.

Como é que a tecnologia da Preveni apoia a equipa de enfermagem?

Recolhe e analisa dados em tempo real, fornecendo informação objetiva sobre o tempo de permanência do doente em cada posição e apoiando a equipa na identificação do momento adequado para o reposicionamento.

A tecnologia substitui o cuidado humano?

Não. A tecnologia não substitui o cuidado humano, mas amplia a sua capacidade de atuação, apoiando a equipa com informação precisa e em tempo real.

Que benefícios traz para a segurança o uso dos dados do sensor?

Reforça a prática baseada na evidência, reduz a dependência exclusiva de registos manuais e oferece maior segurança tanto ao doente como ao profissional de saúde.

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