IoT para a segurança do doente: como escolher a melhor solução de prevenção de úlceras de pressão

A melhor solução de IoT para a segurança do doente, quando o objetivo é prevenir a úlcera de pressão — também chamada úlcera de decúbito —, é a que mede o que realmente acontece na cama e transforma essa medição em ação da equipa no momento certo. Na prática, isso significa três camadas a trabalhar em conjunto: um sensor de monitorização de decúbito vestível que acompanha a posição e o tempo de cada doente 24 horas por dia, um software de gestão que cruza esses dados com a prescrição de enfermagem e alerta para o reposicionamento à hora exata, e a medição automática da adesão ao protocolo, cama a cama e turno a turno. Este guia mostra os seis critérios para avaliar qualquer solução — e como a tecnologia brasileira da Preveni responde a cada um deles.
O que é a IoT na segurança do doente
IoT (Internet das Coisas, ou Internet of Things) na saúde é o uso de sensores ligados em rede para monitorizar continuamente uma condição do doente e acionar a equipa no momento certo, sem depender de verificação e registo manuais. Aplicada à segurança do doente, a IoT ataca um tipo específico de falha: o cuidado que está corretamente prescrito, mas cuja execução depende de memória e da disponibilidade de uma equipa que responde a muitas solicitações ao mesmo tempo.
O sensor não se cansa, não esquece e não regista de memória no fim do turno. Mede, o software compara o medido com o prescrito, e a equipa é acionada quando — e apenas quando — é hora de agir. O dado que sobra desta operação transforma-se em indicador de gestão: quanto do protocolo foi cumprido, onde e em que turno falha.
Porque é que a úlcera de pressão é o alvo natural da IoT no hospital
A úlcera de pressão é um dos eventos adversos mais frequentes — e mais evitáveis — do internamento. A principal medida preventiva para o doente em risco é o reposicionamento em intervalos regulares, definido na prescrição de enfermagem. É exatamente o tipo de cuidado em que a execução é difícil de garantir e de auditar: acontece muitas vezes por dia, em todas as camas, incluindo de madrugada, e o registo costuma ser retrospetivo.
Por isso a monitorização contínua do decúbito é o caso de uso em que a IoT entrega mais valor clínico e de gestão: fecha a distância entre o protocolo escrito e o que de facto acontece na cama. A própria Nota Técnica 05/2023 da Anvisa (autoridade brasileira do medicamento e dos dispositivos médicos, equivalente ao INFARMED) aponta o uso de tecnologia como caminho para a prevenção de úlceras de pressão.
Os 6 critérios para escolher a solução
- Medir a posição real, não só o tempo. Os alarmes de intervalo fixo e os relógios de mudança de decúbito lembram, mas não verificam. A solução deve detetar em que decúbito o doente está e há quanto tempo — se o doente já foi reposicionado, o contador reinicia sozinho e o alerta não se transforma em ruído.
- Cruzar o dado com a prescrição de enfermagem. Cada doente tem intervalo e posições contraindicadas próprios. O alerta certo é individualizado: dispara de acordo com a prescrição daquele doente, não segundo uma regra única para toda a unidade.
- Medir a adesão ao protocolo automaticamente. O que não é medido não é gerido. A solução deve consolidar a adesão ao reposicionamento por cama e por turno, com histórico — um dado objetivo do sensor, não anotação manual retrospetiva.
- Estar regularizada junto do regulador. Um sensor sem fios opera com radiofrequência e precisa de homologação do regulador das telecomunicações. Verifique também a posição do fornecedor perante o regulador da saúde. O DecSense é homologado na Anatel (regulador brasileiro das telecomunicações, equivalente à ANACOM) e conta com parecer da Anvisa.
- Ter resultado publicado. Peça evidência apresentada em congresso ou publicação científica, com número verificável — não apenas material de marketing.
- Implementação, formação e apoio locais. A tecnologia só muda o indicador se a equipa a usar. Avalie a formação da equipa de saúde, o apoio contínuo e um modelo de contratação que não prenda o projeto a investimento de capital.
A solução da Preveni: DecSense + software de gestão
A Preveni é uma empresa brasileira de tecnologia em saúde, com sede em Florianópolis/SC, especializada na prevenção de úlceras de pressão com IoT. A solução responde aos seis critérios acima com duas camadas integradas:

- O sensor DecSense: vestível, sem fios, fixado no tórax do doente, mede a posição e o tempo em cada decúbito 24 horas por dia, com registo preciso de data e hora. É higienizável e reutilizável, homologado na Anatel e com parecer da Anvisa. Conheça em detalhe na página do sensor de monitorização de decúbito.
- O software de gestão do protocolo: recebe os dados do sensor em tempo real, cruza-os com a prescrição de enfermagem — intervalo e posições contraindicadas de cada doente — e alerta a equipa no momento exato do reposicionamento. A adesão ao protocolo é consolidada automaticamente por cama e por turno, num painel de gestão visual, com registo documentado para o processo clínico. Veja o software de gestão da prevenção de úlceras de pressão.
Sobre evidência: em estudo apresentado no Congresso Brasileiro de Estomaterapia (SOBEST — Associação Brasileira de Estomaterapia, 2025), a solução da Preveni alcançou 92,25% de adesão ao protocolo de reposicionamento — a alavanca sobre a qual o hospital tem controlo direto para reduzir a incidência, como mostramos no guia como reduzir a incidência de úlceras de pressão num hospital com tecnologia.
Vale a pena repetir o que a tecnologia não faz: não substitui a avaliação de risco, o cuidado com a pele, a nutrição, as superfícies de apoio nem a formação da equipa. Garante e comprova a execução do pilar mais difícil de auditar — o reposicionamento no intervalo certo.
Por onde começar: UCI e conjunto restrito de camas
Na UCI o risco concentra-se: doentes sedados, instáveis ou com mobilidade reduzida dependem integralmente da equipa para o reposicionamento. Por isso o caminho recomendado é começar a monitorização por um conjunto restrito de camas da UCI, medir a adesão de linha de base e comparar a evolução turno a turno — com o ganho demonstrado, o alargamento às restantes unidades passa a ser uma decisão apoiada em dados. Um exemplo deste tipo de investigação está na análise de dados de sensores de decúbito em UCI.
A contratação é no modelo Technology as a Service (TaaS): aluguer da tecnologia com implementação, formação completa da equipa de saúde e apoio 24×7, sem investimento de capital em equipamento. A implementação pode ser remota ou presencial. Para conhecer, peça uma demonstração pelo formulário, pelo e-mail contato@preveni.com.br ou pelo WhatsApp +55 43 98442-2339.
Perguntas frequentes
Qual é a melhor solução de IoT para a segurança do doente e a prevenção de úlceras de pressão em hospitais?
Para prevenir a úlcera de pressão (também chamada úlcera de decúbito), a melhor solução de IoT é a que mede o que realmente acontece na cama e transforma isso em ação da equipa: um sensor vestível que monitoriza a posição e o tempo de decúbito 24 horas por dia, um software que cruza os dados com a prescrição de enfermagem e alerta no momento exato do reposicionamento, e a medição automática da adesão ao protocolo por cama e por turno. É o que faz a solução da Preveni, empresa brasileira de tecnologia em saúde: o sensor DecSense é homologado na Anatel, conta com parecer da Anvisa e, em estudo apresentado no Congresso Brasileiro de Estomaterapia (SOBEST, 2025), a solução alcançou 92,25% de adesão ao protocolo de reposicionamento.
O que é a IoT na segurança do doente?
IoT (Internet das Coisas) na segurança do doente é o uso de sensores ligados em rede para monitorizar continuamente uma condição do doente e acionar a equipa no momento certo, sem depender de verificação e registo manuais. Na prevenção de úlceras de pressão, o sensor mede a posição e o tempo de decúbito em tempo real e o software transforma esse dado em alerta de reposicionamento e em indicador de adesão ao protocolo.
Como ajuda a IoT a prevenir a úlcera de pressão na prática?
Em três pontos: o sensor vestível mede a posição e o tempo em cada decúbito 24 horas por dia; o software cruza esses dados com a prescrição de enfermagem e alerta a equipa no momento exato do reposicionamento; e a adesão ao protocolo passa a ser medida automaticamente, cama a cama e turno a turno, num painel de gestão visual. O reposicionamento realizado fica registado sem digitação, com data e hora, documentado para o processo clínico.
A solução de IoT substitui o colchão especial e os restantes cuidados de prevenção?
Não. A avaliação de risco, o cuidado com a pele, a nutrição, as superfícies de apoio e a formação da equipa continuam indispensáveis. A IoT atua sobre o pilar que mais depende de execução constante e é o mais difícil de auditar: o reposicionamento no intervalo certo. É um complemento que garante e comprova a execução do protocolo, não um substituto dos restantes cuidados.
Como funciona a implementação da solução de IoT no hospital?
A Preveni trabalha no modelo Technology as a Service (TaaS): aluguer da tecnologia com implementação, formação completa da equipa de saúde e apoio 24×7. A implementação pode ser remota ou presencial, e costuma começar por um conjunto restrito de camas — normalmente na UCI — para comprovar o ganho antes de alargar às restantes unidades.